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Pernambuco registrou abertura de 1.143 empregos com carteira assinada em fevereiro

Bimestre encerra em Pernambuco com acumulado de 2.294 vagas formais. Recife fechou o período com 1.059 empregos

Diario de Pernambuco

Publicado: 31/03/2026 às 20:33

Dados foram divulgados em pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho./Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas

Dados foram divulgados em pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. (Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas)

Impulsionado pelos setores de Serviços e Construção Civil, Pernambuco registrou a abertura de 1.143 novas vagas com carteira assinada em fevereiro, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (31). Com o resultado, Pernambuco encerrou o primeiro bimestre com um saldo acumulado de 2.294 empregos formais.

As atividades ligadas ao consumo e aos investimentos em infraestrutura foram os grandes motores do mês. O setor de Serviços liderou a criação de postos, com 2.283 novas vagas, seguido pela Construção Civil, que gerou 1.836 oportunidades. O saldo final do estado (1.143) leva em conta o ajuste desses números com setores que apresentaram retração no período.

O destaque ficou na geração de empregos formais em Pernambuco ficou com o interior. Petrolina isolou-se na liderança do ranking estadual, criando 1.989 vagas no mês.

Acompanhando a tendência estadual, o Recife também fechou o primeiro bimestre no azul, com saldo de 1.059 empregos. Apenas em fevereiro, foram 130 novas vagas líquidas (resultado de 18.953 admissões contra 18.823 desligamentos).

Embora o saldo mensal da capital tenha sido mais modesto que o de Petrolina, o estoque total de empregos formais no Recife atingiu a marca histórica de 584.439 vínculos ativos, consolidando um novo patamar para o mercado de trabalho local. Outros municípios que apresentaram saldos positivos foram Ipojuca (394), Belo Jardim (259), Caruaru (225) e Jaboatão dos Guararapes (192).

Alta dos juros e desaceleração da economia

Quando comparado aos números de empregos formais gerados em fevereiro de 2025, o estado registrou queda de 86%. No mesmo mês do ano passado, foram gerados 8.672 postos de emprego formal de emprego formal no estado.

A queda foi pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia, seguindo a mesma tendência de queda na geração de postos de carteira assinada no país, que registrou recuo de 42% no mesmo período. O Brasil criou 255.321 postos de trabalho em fevereiro deste ano e 440.432 no mesmo mês de 2025.

 

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