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Galeria Marco Zero leva artistas pernambucanos à SP-Arte 2026

Com participação de artistas pernambucanos, galeria Marco Zero leva à SP-Arte 2026 uma mostra coletiva que investiga a alquimia como transformação na arte

Diario de Pernambuco

Publicado: 10/04/2026 às 16:27

Obra sem título, de Montez Magno/Foto: Montez Magno

Obra sem título, de Montez Magno (Foto: Montez Magno)

Artistas pernambucanos marcam presença na SP-Arte 2026, que acontece até este domingo (12), no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera. Nomes como Francisco Brennand, Gilvan Samico e Montez Magno integram uma mostra que reúne mais de 30 artistas de diferentes gerações, apresentada pela galeria Marco Zero no estande B02, a partir da ideia de alquimia como processo de transformação material e subjetiva.

O recorte curatorial propõe pensar o ateliê como um campo de experimentação contínua, no qual a obra se configura como processo de transmutação, articulando dimensões interiores e exteriores. Dessa forma, materiais como barro, terra, madeira, ferro e tinta são não só elementos que dão forma aos trabalhos, mas núcleos centrais de investigações que atravessam técnica e imaginação.

A mostra reúne obras de nomes consagrados e expoentes da arte contemporânea. Integram a exposição Abiniel João Nascimento, Advânio Lessa, Antonio Dias, Arcanjo Ianelli, Artur Bombonato, Bozó Bacamarte, Chacha Barja, Feliciano Centurión, Francisco Brennand, Franz Weissmann, Gilvan Samico, Gustavo Diogenes, Jaider Esbell, José Antônio da Silva, Julia Isidrez, Juliana Lapa, Julio Le Parc, Juraci Dórea e Lygia Pape, Maria Martins, Marlene Ameida, Mira Schendel, Montez Magno, Pedro Azaleia, Ramonn Vieitez, Rayana Rayo, Sergio Camargo, Siron Franco, Tomie Ohtake, Tunga, Vinicius Barajas, Willys de Castro e Zé Diabo.

Nas práticas desses artistas, a alquimia se constitui como uma metáfora da inventividade que orienta a criação artística. O projeto expográfico respeita essa lógica, apresentando-se como um espaço aberto que se ativa a partir do encontro com o olhar do público.

“A SP-Arte é um eixo estruturante do mercado de arte no Brasil. Nesse contexto, a presença da Marco Zero sempre presente com projetos em um de forte afirmação evidencia a consistência do nosso programa e amplia a inserção de nossos artistas em diálogo com nomes históricos em um circuito expandido, reforçando o papel da galeria na descentralização do sistema da arte”, enfatiza Marcelle Farias, diretora artística e sócia-fundadora da Marco Zero.

Eduardo Suassuna, sócio-fundador da galeria, destaca que a SP-Arte “amplia significativamente a base de colecionadores e acelera negociações com um público decisor altamente qualificado. O ambiente da feira favorece não apenas o volume de vendas, mas a abertura de novas frentes comerciais, permitindo à galeria construir relações duradouras e validar posicionamentos estratégicos.” muda o começo, puxando não pela galeria, e considerado que a matéria está sendo publicada no dia 10

 

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