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Estupro coletivo

"A mãe de alguém teve que chorar": novo vídeo mostra suspeitos de estupro coletivo celebrando em elevador

Imagens registram grupo logo após a violência contra adolescente de 17 anos

Diario de Pernambuco

Publicado: 09/03/2026 às 07:49

João Gabriel é um dos jovens indiciados pela Polícia Civil pelo estupro da adolescente no dia 31 de janeiro/Foto: Reprodução

João Gabriel é um dos jovens indiciados pela Polícia Civil pelo estupro da adolescente no dia 31 de janeiro (Foto: Reprodução)

Um novo vídeo mostra os cinco jovens suspeitos de participar do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos celebrando dentro do elevador do prédio onde o crime ocorreu, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. As imagens, divulgadas pela TV Globo, registram o grupo logo após a violência, ocorrida na noite de 31 de janeiro.

Enquanto deixam o apartamento onde a vítima teria sido mantida sob agressões, um dos rapazes fala, em tom de escárnio: “A mãe de alguém teve que chorar, porque as nossas mães hoje…”

Segundo a investigação da Polícia Civil, a adolescente foi convidada ao local – um apartamento pertencente à família de um dos suspeitos – por um colega de escola; outro adolescente de 17 anos com quem já havia se relacionado.

Imagens de câmeras de segurança mostram a sequência de chegada ao prédio: às 19h24, três dos cinco jovens entram no edifício; um minuto depois, às 19h25, a vítima chega acompanhada do adolescente que a convidou.

De acordo com o depoimento da jovem, os dois foram para um quarto do apartamento. Em seguida, os outros quatro rapazes teriam invadido o cômodo. A vítima afirma que recusou repetidamente as tentativas de convencimento para ter relações com os demais. Ainda assim, segundo o relato, ela foi imobilizada, violentada e impedida de sair do quarto.

A adolescente relatou à polícia que, durante cerca de uma hora, os cinco jovens se revezaram em agressões sexuais e físicas. O delegado responsável pelo caso, Angelo Lages, informou que o exame de corpo de delito realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) apontou lesões compatíveis com o depoimento da vítima, incluindo machucados nas costas, nádegas e região genital.

Com a repercussão do caso, outras vítimas procuraram a Polícia Civil para relatar episódios semelhantes envolvendo integrantes do mesmo grupo, que agora são investigados em novos inquéritos.

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