Após matar cachorro a chutes, suspeito recebe liberdade provisória no Agreste de Pernambuco
Elielson Cosme da Silva é o principal suspeito de ter matado um cachorro a chutes em uma praça pública em Chã Grande, no Agreste de Pernambuco. Ele teve liberdade provisória concedida após passar por audiência de custódia
Publicado: 10/03/2026 às 12:46
Caso aconteceu na cidade de Chã Grande, no Agreste do Estado (Foto: Reprodução/Google Street View)
Um homem suspeito de ter matado a chutes um cachorro no domingo (8), em Chã Grande, no Agreste, teve liberdade provisória concedida após passar por audiência de custódia nesta segunda-feira (9). Elielson Cosme da Silva foi preso em flagrante ainda no dia do crime, segundo a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE).
O juiz Thiago Meirelles entendeu que a conversão da prisão em flagrante de Elielson em preventiva seria “prematura”, apesar do requerimento do Ministério Público.
Segundo informações extraoficiais, o crime teria acontecido na Praça Monsenhor João Inácio Ferreira, na área central da cidade. O animal ainda teria caminhado até a Igreja Matriz de São José após as agressões. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
No mesmo dia, a PMPE, através da 5ªCIPM, prendeu o suspeito. O envolvido, juntamente com as testemunhas, foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Gravatá para adoção das medidas legais cabíveis, e foi autuado em flagrante.
Na decisão judicial, à qual o Diario de Pernambuco teve acesso, o magistrado determinou que o suspeito seguisse medidas cautelares ao invés da prisão.
Elielson será monitorado com tornozeleira eletrônica por seis meses e está proibido de se aproximar das testemunhas e animais domésticos, “sobretudo gatos e cachorros”, como destaca o documento.
Ele deverá, também, comparecer a todos os atos do processo e mensal em juízo, para justificar as suas atividades.
Além disso, o suspeito está proibido de cometer novos ilícitos penais e deverá manter endereço e telefone atualizados.
Em caso de descumprimento das medidas, o Elielson poderá ser preso, apontou o juiz.
O que diz a Polícia Civil
Procurada pelo Diario, a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) informou que não realizou registro do caso, apesar da decisão judicial.